Voltei meu povo, sentiram saudade? hahaha, dessa vez eu criei um novo espaço no blog, The S! True ATP Story, uma cópia tenística e bem humorada do programa E! True Hollywood Story do canal E! TV, espero que vocês gostem pois em breve teremos mais.

Eu queria dedicar este post à minha amiga Germana (@dociile) que foi a mente insana que me fez chegar até isso tudo, além de ter sido minha co-produtora, encontrando fatos que eu jamais saberia hehe.

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Hoje, falaremos de um tenista em particular, um alemão conhecido no meio como o Maior Aposentador de Todos os Tempos, hoje no S! True ATP Story: Benjamin Becker.

Nascido na cidade de Merzig, na antiga Alemanha ocidental, “Benni”, como é chamado carinhosamente por alguns de seus fãs, começou a jogar tênis com 7 anos de idade e logo se destacou no esporte o suficiente para usá-lo como passaporte para o ensino superior. Becker, que não tem nenhum parentesco com o mito das notícias via twitter Boris Becker, se profissionalizou na ATP um pouco mais tarde do que os demais jogadores, aos 24 anos… Daí já se podia ver todo o potencial que tinha o jovem alemão.

Estudante de economia e comércio exterior na Universidade de Baylor, nos EUA, Benni entrou para o circuito profissional da ATP em 2005 porque estava cansado daquela coisa de universitário e queria conhecer o mundo enorme que existe lá fora. Jogando e vencendo vários torneios da série Future, logo já tinha ranking suficiente para disputar e vencer Challengers, tanto que em 2006 já tinha ranking suficiente para entrar direto em torneios de Grand Slam. Mal sabia ele que este fato mudaria isso vida dali pra frente.

Ranqueado número 112 no US Open 2006, Becker entrou em rota de colisão com Andre Agassi que disputava ali seu último torneio, foi então que o promissor estudante de economia viu uma grande oportunidade ali. “Vou aposentar o cara e ganhar dinheiro fazendo isso”, pensou.

“Ele era jovem, inexperiente, viu ali uma chance de começar um negócio próprio envolvendo sua formação, sabe, tirando proveito de rivalidades que existem no esporte, ele teve a idéia de cobrar para aposentar determinado jogador.” Jan Stoces, técnico do alemão.

Após um jogo de quatro sets disputadíssimos estava aposentado Andre Agassi, novas portas se abriam para Benni naquele momento e nos meses que seguiram após o torneio ele investiu pesado na divulgação de seu mais novo empreendimento “Serviços Aposentadores Benni Becker LTDA”.

Infelizmente o cenário econômico não era dos mais favoráveis na época e a empresa do alemão teve de ficar um tempo na geladeira, mas ele não se deu por vencido, decidiu que entraria em uma nova empreitada de qualquer maneira, assim que aparecesse uma boa oportunidade em sua frente. Essa tal oportunidade apareceu durante uma vigem à China; contacto pela Máfia Chinesa, Becker trabalharia à partir dali com técnicas inovadoras de controle de natalidade.

“O combinado era que ele trabalhasse controlando a natalidade dentro do país, uma necessidade visível, mas ele não entendeu bem a proposta e saiu empregando as técnicas mundo afora… Aaaah confesso que foi bem engraçado o resultado (risos) pelo menos para mim e para o Benni né (risos).” Jan Stoces, técnico do alemão

O primeiro serviço veio no ATP de Halle em 2007, Becker achou que a população francesa já estava grande demais e precisava fazer uma pequena redução; a tática escolhida foi aplicar um saque a 208 km/h direto na fábrica de descendentes de Marc Gicquel; o resultado do serviço foi super efetivo, mas não agradou em nada os “empregadores”, que demitiram Becker logo após o jogo.

A carreira de exterminador de seja lá o que fosse do alemão ia de mal a pior, logo ele viu que não tinha outro jeito senão prosseguir na carreira do tênis. Seguindo seu treinamento pesado de rotina, enfrentando altos e baixos, Becker chegaria ao seu 1º título de nível ATP no ano de 2009… Mas este torneio seria marcado por muito mais coisa do que apenas o 1º título do alemão.

“Tudo ia bem até aquele momento na cerimônia de premiação (risos) ele não gostou muito daquilo” Jan Stoces.

Benjamin Becker enfrentava um momento de ascensão após uma queda brusca no ranking, entrou no torneio de s-Hertogenbosch, na Holanda, furando o qualy, derrubando dois cabeças de chave, chegando à final com muita moral e vencendo o tenista da casa Raemon Sluiter em sets diretos e conquistando assim seu primeiro título de nível ATP.

“Rapaz, vou te contar, ele estava radiante, primeiro título ATP, não que o cara não tivesse títulos, ele já tinha vários Challengers, mas o primeiro ATP a gente nunca esquece. O problema todo foi quando botaram um louco holandês lá pra cantar a trajetória do garoto até o título (gargalhadas) nossa a cara dele foi impagável, ele saiu de quadra querendo matar alguém, foi muito bom, (suspiro) boas lembranças essas, viu.” Jan Stoces.

Fazendo jus à sua carreira paralisada de exterminador, Benjamin se revoltou com o patrocinador do torneio, a empresa Ordina, por aquela coisa bizarra durante a cerimônia de premiação, a situação ficou tão complicada que houve até influência da ONU, que hoje é a patrocinadora majoritária do torneio com a UNICEF.

“Poxa cara, aquilo foi um absurdo, sabe, foi bizarro aquele cara narrando minha trajetória no torneio, aí eu procurei o patrocinador geral e falei que não aceitava aquilo, era absurdo, usei alguns dos meus conhecimentos adquiridos na faculdade e aí estamos nós (risos)” Benjamin Becker.

Após o evento na Holanda, Benni fez um levantamento de como andava sua faculdade e viu que faltava apenas mais um evento para que ele completasse o estágio obrigatório, foi quando ele viu a chave que pegaria no Masters 1000 de Madrid de 2010… Carlos Moya, em seu último jogo como profissional o enfrentaria na 1ª rodada do torneio. Para fechar o estágio com chave de ouro, o garotão cravou um pneu no vovô e mandou ele direto pra casa.

“Ele disse que era o retorno das atividades de aposentadoria (risos) e que depois disso ele voltaria pra terminar a faculdade e abrir uma empresa de verdade no ramo, acho que a grande ambição dele sempre foi essa, ele nunca largou essa idéia.” Jan Stoces.

Benni seguiu sua trajetória no mundo do tênis até Abril de 2011, quando aproveitou uma contusão para se dedicar aos estudos e terminar sua faculdade, retornando as quadras apenas em Novembro. Aos 30 anos de idade ele ainda pensa em conquistar mais títulos antes de encerrar sua carreira, mas seu técnico nos revela quais ele acredita que sejam as verdadeiras ambições de seu pupilo.

“Ele diz que quer se aposentar e seguir com sua empresa que ele vem construindo desde o início de sua carreira no tênis, por isso eu acho que ele está esperando por um Grand Finale, outro dia eu estava na casa dele achei uma lista com vários nomes de vários tenistas, achei estranho a princípio mas estou com ele na escolha que ele fizer.” Jan Stoces.

O S! True ATP Story fica por aqui, esperamos que todos tenham gostado desta edição e fiquem atentos para a próxima edição, quando traremos à tona a vida de Radek Stepanek.

The Wall

Publicado: outubro 9, 2011 em ATP, Rafael Nadal

Era assim que eu costumava chamar o Nadal na época em que eu realmente passava mal assistindo seus jogos; essa referência ao álbum da banda inglesa Pink Floyd veio pela maneira como o espanhol sempre se comportou em quadra, não exist(ia)e bola perdida, quem quisesse vencê-lo sempre teria que jogar mais uma bola e mais uma bola e mais uma bola e assim sucessivamente até que o adversário fizesse uma jogada absurda ou errasse e desse o ponto ao espanhol, uma vez que The Wall se trata de um muro construído na mente de uma pessoa para segurar um outro lado seu fraco, psicótico e depressivo.

Todo esse volume de jogo sempre dependeu de uma mente muito forte, é fácil manter uma mente forte com um série boa de vitórias contra jogadores do seu nível ou um pouco melhores que você, mas como manter essa força mental quando as vitórias param de vir? Roger Federer talvez dissesse que isso é firula, que esse lance de cabeça é psicológico e que quem sabe fazer, faz ao vivo; concordo totalmente com a minha projeção de discurso do suíço, mente fraca no tênis é algo totalmente psicológico, não se trata só de se ter confiança para jogar contra alguém, mas sim do quanto você acredita que possa vencer aquele jogador.

Um exemplo que eu sempre gosto de usar é o Juan Martin Del Potro que chegou à final do US Open vindo de 6 derrotas seguidas pro Federer sendo 3 só no ano de 2009 com direito a uma bicicleta no Aberto da Austrália; seguindo esses dados, era massivo o pensamento de que o argentino entraria em quadra com a confiança no chão e tomaria uma surra do suíço, no entanto o argentino mandou um cala boca, entrou em quadra decidido a vencer o torneio, acreditando que poderia sair dali campeão e conseguiu, jogou 5 sets em um nível absurdo e faturou seu primeiro grand slam; ainda naquele ano Delpo venceu o Federer mais uma vez.

Existem muitos outros casos como este na ATP, no entanto o caso do Nadal não é só este, além da presente ausência da consciência de que ele pode vencer qualquer um existe também um problema de tática que se arrasta com ele há anos. Apesar do alto nível técnico apresentado pelo espanhol sua tática de jogo é muito precária, de modo que se o adversário sucumbe à tática pré-definida ele leva o jogo; se o adversário consegue neutralizar a tática mas não apresenta riscos ao jogo do espanhol, ele sofre mas vence a grande maioria das vezes; agora se o adversário neutraliza a tática do espanhol, aumenta seu volume de jogo e começa a empurrá-lo contra a parede ele se encolhe, começa a lançar bolas curtas e com efeito e vai sucumbindo lentamente. Um belo exemplo destas falhas táticas pôde ser visto na final deste domingo, não é de hoje que todos sabemos que o jogo do Murray incomoda demais o Nadal, bastou apenas o Murray acreditar que ele podia levar o título e tivemos um escocês sobrando em quadra, um espanhol desaparecendo e vencendo apenas 4 pontos no set decisivo, vencido por 6/0 pelo escocês.

Nos jogos contra o Djokovic a receita explosiva é a mesma, pegue um tenista cheio de certeza de que ele pode ser grande após trazer o orgulho máximo para seu país no tênis, o título da Copa Davis; adicione um tenista com problemas em adaptar sua tática ao longo de um jogo, com golpes que as vezes nem ele confia muito e você tem um prato cheio pra um desastre; basicamente o Djokovic encontrou todos os pontos onde o jogo dele incomoda o Nadal, enquanto este não consegue adaptar seu jogo para superar seu algoz.

Muitas dessas falhas táticas podem ser, talvez, justificadas pelo fato de o espanhol não ser naturalmente canhoto, quem sabe o volume que seu jogo teria se ele fosse destro em quadra? Quem sabe a diferença que faria se ele treinasse com um técnico com idéias revolucionárias? E por aí vão as perguntas ‘e se?’ ‘e se?’ ‘e se?’.

O que eu vejo acontecendo agora é o final do show Pink Floyd – The Wall, onde após ser construído, o muro vai desmoronando aos poucos libertando uma enxurrada de sentimentos negativos, dúvidas e males que estavam escondidos lá no fundo, o ano não foi dos piores com 10 finais, mas apenas 3 títulos, estivesse a mente em dia, poderíamos ter 10 títulos. No final, os que mais perdem com isso somos nós fãs, enquanto Roger Federer sabe o potencial que tem, a idade mental parece ter chegado e o suíço não consegue mais exibir seu nível absurdo de tênis; Novak Djokovic sabe de todo seu potencial e não vê ninguém que possa fazer frente à seu volume de jogo, Andy Murray precisa ser convencido do ótimo jogador que é e Rafael Nadal precisa se lembrar quem ele é, do que ele é capaz e recuperar aquela velha vontade de vencer apesar de qualquer coisa.

Esse post foi meio que um desabafo que tava preso aqui há algum tempo, espero ter falado por uma grande maioria dos fãs do Nadal aqui e peço desculpas se não me fiz entender mais claramente.

Le Ninja

Agora você faz essa cara de troll beijando o troféu né? EU VI VOCÊ PERDENDO DUAS VEZES NESSA SEMANA, como pode isso?

A campanha de dona Aga foi uma ninjisse aguda daquelas que só se vê uma vez na vida e outra na morte, eu estava indo dormir numa madrugada aleatória da vida aí e o placar era de 6/3 para Angelique Kerber, saí eu twitter afora gritando “Kerber vai mandar a Aga de volta pra casa HAHAHA onde está seu Deus agora?”; 8 horas depois eu acordo com as seguintes replies “Nosso Deus está aqui, Aga def Kerber 3/6 6/3 6/3″, até aí beleza, uma virada a gente atura, mas no dia seguinte eu acordei em um momento aleatório da madrugada e vejo que a Anta Absoluta (Aka Jelena Jankovic) já tinha fechado o 1º set em 6/2, fui dormir quieto achando que Aga já era; denovo acordei com a noticia “Aga def Jankovic 2/6 6/4 6/0″… SEIS ZERO, isso mesmo, um bagel legítimo.

Creio eu que depois dessas viradas ela sentou, se olhou no espelho e falou “bem, já to aqui mesmo, vou vencer essa bagaça” e lá foi ela… Kanepi down, Vika down e Bepa down, fim de brincadeira e Aga campeã #LikeaBoss. Curiosamente depois destas duas viradas ela achou que seria legal não perder mais sets até o final do torneio e mesmo assim ainda perdeu um pra Vika,  vai entender.

Como diria Vegeta nessa situação: “Maldita Aga, mal posso ver seus movimentos”.

Dor

“Dor”, nada poderia se descrever melhor a situação, dor da Maria, dor nossa; preocupação da Maria, preocupação nossa; eu lembro de ter acordado e lido a notícia “Maria Sharapova abandona jogo contra Petra Kvitova após contusão”, a primeira coisa que veio na minha cabeça: “Exu filha duma p*ta, num foi suficiente vencer a p*rra de Wimbledon não? Tinha que dar uma macumbada pra contundir a mulher?”; segunda coisa que passou pela minha cabeça: “Meus Deus, será que foi o ombro denovo?”; terceira coisa que passou pela minha cabeça: “p*rra que sono, vou levantar, tomar café e ler mais sobre isso”. (HAHAHA)

Foi um choque ver o vídeo, o modo como ocorreu a torção e um aperto no coração ao ver a cara dela segurando o choro, acho que todo mundo que um dia já torceu pra Maria e viu essas imagens sentiu o mesmo que eu, felizmente as notícias que chegaram depois a respeito da contusão foram bastante otimistas, eliminando o temor de mais um período de trevas na carreira brilhante da russa. Pra alegria de todos e felicidade geral da nação, na tarde deste domingo ela postou no facebook que já está andando toda serelepe e pimpona, fazendo aquela farrinha básica na praia e se recuperando para voltar às quadras o mais rápido possível.

PS: Caro Sasha Vujacic, capricha nas massagens no tornozelo da menina porque não aceitamos menos do que o título no WTA Finals.

B de Vingança

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Pois é, em um dia ela protagoniza o jogo onde ocorreu a contusão da Masha e no dia seguinte ela vai enfrentar outra russa, esse jogo tem gosto de que? De vingança!

Nessa semana escrevemos vingança com B de Bepa (ou V de Vera se você não entende russo), éramos uma nação raivosa, por nossa tenista ter perdido duas vezes no mesmo ano pra esse ser, que só não nos causou mais incômodo do que a Pennetta; (tiete maluco ON) preocupados com a gravidade da lesão de nossa musa, torcendo até pra cair um raio no meio da cabeça dessa mulher aí e tirar ela do torneio (tiete maluco OFF). Felizmente não precisamos de raio nenhum, “russo que bebe vodka junto permanece junto” já dizia o sábio ditado; defendendo a honra das bebedoras de vodka, dona Bepa (aquela linda) entrou em quadra decidida a mandar o Exu de volta pras profundezas, eu acompanhava a tudo apreensivo. 1º set down 7/6 Bepa, senti que a vingança viria mas não seria tão doce, foi aí que a mulher baixou o caboclo, jogou tudo o que pôde e o que não pôde, pegou o bagel e enfiou goela abaixo da Kvitova, mandando ela de volta pra p(censurado)u; era esse o momento, me senti vingado, fui até dormir feliz depois disso.

Bepa, SUA LINDA® (Copyright Michel Daszmarelli, Todos os Direitos Reservados), você pode não ter vencido o torneio, mas só de você ter despachado esse ser aí já valeu o torneio pra mim, continue no caminho da luz e pare de vencer a Sabine que aí, quem sabe, podemos voltar a ser amiguinhos.

Fór Renda, Karolina

Não adianta fazer cara feia não, mermão, tu fez vergonha DENOVO, perder pra Kanepi? Qual foi né, Carol? Todo mundo já entendeu o significado dos “fór renda” que teu pai solta, menos você, SUA CABEÇUDA.

Brincadeiras à parte, o torneio da nº1 do mundo foi bem abaixo do esperado, eu por exemplo havia colocado ela na semi final contra a Vika e quem passasse das duas perderia pra Maria na final… por causa disso já enviei minha bola de cristal pra assistência técnica, definitivamente ela veio com defeito.

Ao camarada Piotr (carinhosamente conhecido como Papa Woz) meu conselho é o seguinte, desiste dessa cidadã ae, o negócio dela agora é pegar no taco novo do McIlroy.

Here is my new club @McilroyRory made for me. @CaroWozniacki

Povo de mente poluída, garanto que pensaram besteira, né? hahahahaha

Glückwünsche

Publicado: outubro 2, 2011 em Sabine Lisicki, WTA

To atrasado mas garanto que ela não liga, o que importa é a homenagem…

Há 22 anos e 10 dias nascia essa coisinha fofa da foto aqui de cima, também conhecida como Sabine Lisicki, que hoje cresceu (e como cresceu) e virou essa coisona fofa da foto aqui de baixo:

Só pra ressaltar, esse post tem uma dose um pouco mais alta do que o normal de tietagem.

Comemora, SUA LINDA, esse dia é (foi) seu, 22 anos de vida e de muito sucesso, parabéns pra você, que venham muitos e muitos mais outros anos vencedores como este de 2011, alguns até mais vencedores que esse porque ninguém merece perder 3 vezes seguidas num ano pra mesma russa, né?

No mais, meus votos são apenas que você continue nessa escalada de sucesso que foi retomada neste ano após alguns pequenos obstáculos pelo caminho para que todos nós possamos ver cada vez mais esse belo sorriso vampiresco que você tem, feliz aniversário (atrasado)  SUA LINDA.

Devo confessar que esse foi um dos torneios mais tensos que eu já acompanhei nesta minha breve jornada no mundo do tênis, tanto na WTA quanto na ATP, mas felizmente após 2 semanas e 1 dia de sofrimento ele chegou ao fim, agora a parada é analisar as performances da galera e descer a lenha em quem merece. Mas comecemos com as meninas, porque elas deram show nesse torneio.

Serena Williams

Aaaah Serenão, eu disse que tu ia cair, eu profetizei, só não imaginei que seria pra SAMWOW (http://t.co/lmpEQUx), o problema é que a mulher veio desbancando um exército de fofas pelo caminho, primeiro mandou a sérvia Bojana Jovanovski pra casa, depois a Vika, depois a dona Ivanovic, que botou seu forehand pra andar legal e deu uma pontinha de esperança pra galera que sofria via twitter mas acabou sucumbindo à violencia da americana, logo depois ela atropelou a Pavs e depois atropelou Carol e mais afrente foi atropelada pela Sam (HAHAHAHAHA).

Fiquei MUITO feliz com o resultado da final, apesar da revolução que Serena fez de subir 150 posições no ranking em 2 meses, o vice campeonato foi muito merecido, visto a performance de sua adversária na final. Mas, como estamos falando da Serena, ela não podia sair do torneio sem causar aquela polêmica básica, dona Serenão decidiu berrar um ‘come on’ antes do ponto terminar e depois resolveu que iria trucidar mais uma juíza, como pode-se ver no vídeo abaixo:

Eu realmente acho que a WTA devia começar a pensar em fazer seguro de vida de quem trabalha nos torneios que a Serena joga.

Samantha Stosur

SAMWOW (http://t.co/lmpEQUx)! Belíssima campanha da duplista(?) australiana, deu um show o torneio todo e mais um show a parte na final, slices cheios de veneno, forehands pesadíssimos e cheios de top spin, backhands bem encaixados na paralela e na cruzada, saques bem colocados com slice, top spin, chapados e todas as formas que é possível sacar, sem falar nos voleios absurdamente precisos em subidas à rede cheias de coragem; me arrisco a dizer que eu vi uma jogadora perfeita em quadra na noite de sábado, que aos 27 conquistou seu primeiro título de Grand Slam e alcançou novamente o top 7 da WTA, um feito e tanto pra uma jogadora que até pouco tempo atrás era exclusivamente duplista, aprendeu Carol?

Sam, SUA LINDA, levanta o troféu que ele seu!

Maria Sharapova

Ela foi responsável pelo maior trauma do torneio, éramos uma nação de fãs felizes e crentes em mais um título da russa mais gata desse mundão de meu Deus e de repente eis que aparece uma tal de Flávia Pennetta pelo caminho e derruba nossa musa. Foram momentos difíceis, houve choro, houve raiva, ódio e até deserção (não citarei nomes, ok George?); no entanto, no final das contas fomos recompensados com a segunda colocação no ranking mundial, agora é torcer pra nossa cabeçuda mandar bem até o final do ano.

Caroline Wozniacki

Mais um GS que se passa e mais uma vez é adiado o sonho do 1º Grand Slam da atual líder da WTA. A dinamarquesa até que fez uma boa campanha, mas bateu de frente com uma Serena Williams cheia de vontade e não conseguiu segurar o rojão, acabou sendo eliminada ainda nas quartas de final.

Se Carol não chamou atenção por seus resultados, ela conseguiu gerar uma certa polêmica ao imitar as cãibras de Rafael Nadal durante uma entrevista coletiva dias após o incidente com o espanhol; claro que algum tempo depois vazou o que realmente aconteceu durante a coletiva do Nadal, o que explica um pouco o motivo de Carol rir tanto enquanto imitava o espanhol, segue o vídeo revelador.

Angelique Kerber

Carcaça de cavalo, crista de cavalo, pele de cavalo, branca com listras pretas, e aí adivinharam? Sim, uma zebra, a maior do torneio, a alemã que entrou no torneio como nº 92 do mundo saiu sacudindo a galera e só parou na semi final diante da campeã Samantha Stosur.

Caso vocês não a tenham visto a alemã em ação, vejam a foto horrível de seu perfil na WTA, muito feia não acham?

Vamos mudar um pouco o foco e falar da ATP, os caras também merecem.

Novak Djokovic

Verdade seja dita,  Federer estragou o ano do sérvio, não fosse aquela derrota para o suíço em Roland Garros e Nole teria grandes chances de ter fechado o Grand Slam em 2011. Djokovic está fazendo a temporada dos sonhos, venceu 3 Grand Slams, 5 Masters 1000 e entra como principal favorito ao título do ATP finals.

Mas falemos do US Open, o sérvio apenas perdeu sets para Janko Tipsarevic, Roger Federer e Rafael Nadal, seguindo sua linha de alta confiança, Nole atropelou todos seus adversários até as quartas de final, deu até uma bicicleta de presente pro argentino Carlos Berlocq, na realidade ele quis dar um triciclo mas o Berlocq não aceitou. Com essa brilhante temporada chegando ao final, fica aquela dúvida de até quando o sérvio irá manter seu alto nível de jogo.

Rafael Nadal

Na minha opinião uma das maiores decepções do torneio, mais uma vez ele entrou em quadra contra um antigo freguês e mais uma vez ele levou uma surra, deixando bem claro que para mim a campanha do espanhol foi perfeita mas pra um jogador que venceu, várias vezes, um Roger Federer em seu auge, as finais disputadas pelo Nadal esse ano deixaram um pouco a desejar. Como eu só assisti um pedaço da final, a review vai ficar pequena mesmo.

Roger Federer

A pipa do vovô subiu cruzou com Giraldo, cortou, aparou no cabresto, subiu denovo, cruzou com Sela, cortou na chilena, aparou na rabiola, ali na frente cruzou com Cilic, abraçou, abraçou, deu ‘dibique’, cortou no chicote e deixou ‘voar’, foi pra cima do Mõnaco e numa abraçada só lá se foi a pipa do argentino, avistou Tsonga de longe e foi pro ataque, desceu na parede de ar, veio por fora e foi na chilena, eis que apareceu então a pipa com a bandeira da sérvia, Rogindo abraçou, subiu, desceu, chamou na chilena, deu de chicote, mas no final das contas acabou ‘voando’ pro cabresto sérvio.

Assim seria a análise do US Open numa temporada de pipa aqui no Rio de Janeiro hehehe, basicamente o suíço fez um torneio perfeito, acelerando tudo o que podia e o que não podia, atropelando seus adversários, fazendo jogadas brilhantes e chegou até a estar a um ponto de alcançar a semi final, mas sofreu a virada e acabou sendo eliminado.

Andy Murray

Apesar de ter feito um torneio praticamente impecável, o sonho do 1º GS do britânico segue sem ser realizado e mais uma vez a final foi impedida pelo espanhol Rafael Nadal. O jeito é continuar trabalhando e correndo atrás deste objetivo

Andy Roddick

Se houve um mito legítimo no torneio foi esse cidadão, jogou com meias invisíveis, fez a organização mudar o jogo dele de quadra, jogou numa quadra sem desafio, fez volta olímpica ao vencer o jogo, sentou na cadeira errada na virada de quadra, só não digo que faltou fazer chover porque… bem… enfim. Seguem alguns momentos míticos do Andy ‘Stifler’ Roddick no US Open.

E em um momento um tanto curioso no vídeo abaixo, o Murray fanfarrão roubando comida de alguém logo no início do video.

Não é de hoje que os tenistas fazem farra entre si, imitando uns aos outros, fazendo piadas, vídeos, propagandas comerciais e etc; no entanto, algumas vezes tais piadas fogem um pouco do controle e acabam gerando situações um tanto quanto desconfortáveis.

Quem está acompanhando o US Open testemunhou na última semana uma cena um tanto quanto curiosa, durante uma coletiva de imprensa o espanhol Rafael Nadal começou a sentir fortes cãibras e se deitou no chão aguardando o fisioterapeuta. A cena chocante pode ser conferida no vídeo abaixo:

Neste domingo, após a vitória sobre a russa Svetlana Kuznetsova, a dinamarquesa e nº1 do mundo Caroline Wozniacki resolveu fazer uma brincadeira com a situação pela qual passou Rafael Nadal.

A brincadeira causou um pequeno alvoroço e gerou uma discussão no twitter na manhã desta terça feira, a atitude de Wozniacki teria sido divertida ou uma tremenda demonstração de mau gosto e falta de respeito?

Acho eu que tenistas são, como nós, seres humanos comuns e da mesma maneira que nós perturbamos uns aos outros muitas vezes com brincadeiras de mau gosto, eles também tem o direito de fazê-lo; a dúvida que surge é até que ponto essa brincadeira se torna aceitável pelo público e que tipo de atenção ela traz pra uma tenista que já sofre tanto com críticas.

Coisas que eu acho: não vou me pronunciar sobre quem está certo ou errado, essa análise vai de cada, um não vi graça na brincadeira, mas muita gente riu então cada um com seu cada um; percebi uma demora no atendimento ao pedido do espanhol que chamou pelo fisio em 3 idiomas diferentes, pode-se perceber que durante os 2 minutos e quase 3 do vídeo o tenista some da imagem mas o fisioterapeuta não aparece, essa demora eu também verifiquei em um outro caso, o da contusão da alemã Sabine Lisicki em 2009:

E podemos verificar a eficiência no atendimento no desmaio de Victoria Azarenka no US Open 2010:

E vocês leitores o que pensam a respeito?

Caras e Bocas

Publicado: setembro 3, 2011 em Caras e Bocas

Começo aqui um novo quadro no blog, o Caras e Bocas; este quadro basicamente consiste em uma série de gifs de situações engraçadas retirados de vídeos da ATP e WTA, então se vocês tiverem sugestões, favor enviar no meu twitter ou deixar na caixinha de comentários mesmo.

Andy Roddick preparando o terreno antes de um saque no Rally For Relief

Dani legs no blind serving

Novak Djokovic mostrando que joga bem até sentado

Gael Monfils esbanjando beleza e charme ao perseguir a bolinha

Andrea Petkovic fazendo... sejá lá o que ela estiver fazendo rsrs

Fanfarra generalizada no Rally For Relief

Sabine Lisicki esbanjando fofura no Blind Serving

Mattekão e Soraninha esmagando bolas com bolas rsrs

Rezai, o que não pode faltar na sua bolsa quando você viaja?

Roger Federer executando mais um de seus truques de mágica com a ajuda de Rafael Nadal

Kader Nouni mostrando que não é só o Stepanek que tem o poder da sedução

 

 

 

No último post eu falei das favoritas ao título do US Open deste ano, neste post vou abordar alguns dos favoritos, algumas possíveis zebras e outros afins.

Novak Djokovic

O sérvio que vem fazendo uma temporada perfeita onde, até o momento, só sofreu duas derrotas, uma para Roger Federer na semi final em Roland Garros e uma para seu ombro na final de Cincinnati, vale lembrar também que essa última derrota recebeu uma pequena ajuda do britânico Andy Murray, mas no site da ATP vai constar lá que a derrota foi para Novak’s Shoulder. No mais o sérvio chega a NY buscando terminar o ano com chave de ouro vencendo 3 dos 4 torneios Grand Slam disponíveis, falo isso porque do jeito que o cidadão tá, se tivessem mais 4 ele venceria 3, já que um seria no saibro e aí to título seria do Nadal #implicância.

Rafael Nadal

O defensor do título, campeão em 2010 o espanhol Rafael Nadal chegou a NY há mais um menos uma semana e uns quebrados (não sei o tempo certo) e até agora já desfilou de cuequinha pra mais um ensaio da Armani, já foi no programa do David Letterman (entrevista que vocês podem conferir aqui), ganhou um Bacardi com seu nome e já causou hiperventilação em pelo menos 200 mulheres (mas pesquisas indicam que até que eu consiga terminar esse post o número já terá superado a casa das 1000 mulheres). O espanhol nº2 do mundo chega a Flushing Meadows tentando provar que não são 5 derrotas seguidas pra um tal sérvio nem duas quedas precoces nos dois últimos torneios que são suficientes pra derrubar a sua moral; ao meu ver, a chave do espanhol não é das mais complicadas, quem sabe os ventos do Irene não afastam as dúvidas da cabeça do espanhol e o fazem reencontrar seu melhor tênis?

Roger Federer

Roger “Darth Vader” Federer, como ficou conhecido devido suas aparições trajado de preto em anos anteriores, chega ao US Open tendo como principal objetivo provar que a pipa do vovô ainda sobe, único tenista a bater Novak Djokovic em 2011 (sem contar o abandono em Cincy) o suíço, dono de 5 títulos do aberto americano e 16 de Grand Slam, tenta reencontrar sua melhor forma e conquistar seu primeiro título significativo no ano, tendo conquistado apenas o ATP de Doha batendo o russo Nikolay Davydenko na final, em janeiro deste ano.

Andy Murray

Jabulaaaaaaaaaani… Sim não tem nada a ver com o post mas eu ri.

Ele vem de título em cima do Djokovic, ele está confiante (?), ele quer seu primeiro título de Grand Slam… Beleza, querer nem sempre é poder, mas será que depois de um vice no US Open o guri finalmente vai engrenar e faturar seu primeiro GS? Falando em números eu diria que ele chega ao US Open na mesma situação, no entanto ele é o Andy Murray.

Uma dúvida pessoal, o Murray sentiu tonteiras quando rolou aquele terremoto em Washington, como será que ele vai lidar com a Serena pulando no mesmo complexo que ele?

Juan Martin Del Potro

Esse posso dizer que é o meu favorito ao título, não que ele esteja demonstrando jogo pra isso, mesmo não sendo mais o mesmo jogador que era antes da contusão o rapaz tem um título no torneio e foi em cima do Federer, ou seja, tem moral, tem jogo, só falta juntar isso tudo, adicionar confiança e faturar o bi campeonato. A chave do argentino não está das mais fáceis, mas também não está das mais difíceis, eu acredito que os maiores perigos que ele pode enfrentar sejam Robin Soderling, Andy Murray e Rafael Nadal.

No mais só me resta torcer pro Delpo entrar no modo Virtua Tennis denovo:

Mardy Fish

Esse cara é a incógnita do torneio, ele lidera o US Open Series, ou seja, foi quem mais pontuou nos torneios preparatórios pro Grand Slam americano, venceu o Nadal em Cincinnati com folga e propriedade, engrossou o caldo pra cima do Djokovic em Montreal e só Deus sabe até onde ele pode ir e quais surpresas pode aprontar no US Open.

Thomaz Bellucci

Não tenho muito o que falar do Thomaz pois seus resultados no ano falam por si só, o cara tem a mão mas ainda falta algo, agora ele tem a mão e tem o técnico mas ainda parece faltar alguma coisa, apesar de tudo eu gosto do brasileiro e torço por um ótimo resultado em qualquer torneio que seja, o trabalho dele e do Larri merece render bons frutos. Infelizmente ele não entra bem cotado para o US Open, sua última grande atuação foi no Masters 1000 de Madri onde ele passou perto, muito perto de eliminar o Djokovic e algumas semanas depois alcançou seu melhor resultado na temporada, um quase beijo na tenista australiana Jarmilla Gajdosova, Thomaz danadão hehe.

Voltei na quebrada pra falar de tênis sem seriedade nenhuma (novidade) e pra retornar nessa empreitada nada melhor do que falar das tchutchucas do US Open 2011.

Dia 29 começa o último Grand Slam da temporada e as meninas vem cheia de vontade tentando levar aquele belo troféu pra casa, abocanhar muitos pontos no ranking, 1,8 milhão de dólares de premiação e algumas também vão querer jogar o troféu no alto e bater com a tampa na cabeça (né Sharapova?).

Mas enquanto o torneio não começa, vamos conhecer algumas das favoritas (minhas, ou nã0) ao título deste ano.

Serena Williams

Essa é uma das minha ‘não-favoritas’, a mulher caiu pra fora do top 150 depois que a Bartoli usou seu QI de 175 e derrubou ela nas oitavas de final em Wimbledon. Apenas 2 meses depois ela já faturou 2 títulos e entra no US Open como cabeça de chave sendo a atual nº28 do mundo, fato que causou um impacto tão grande no cosmos que em uma só semana já tivemos um terremoto de 5.9 graus e um furacão violento, só Deus sabe o que pode acontecer nas próximas semanas caso ela confirme seu favoritismo e seja campeã do torneio, eu correria para as colinas com um estoque bem grande de alimentos e água.

 Maria Sharapova

Aaaaaahhh Maria… quartas em Auckland, oitavas no Australian Open, semi em Indian Wells, final em Miami, oitavas em Madri, campeã em Roma *respira* semi em Roland Garros, final em Wimbledon, quartas em Stanford, oitavas em Toronto, campeã em Cincinnati, ufa cansei… Enfim, com esses belíssimos resultados na temporada ela é a primeira na corrida para Istanbul e chega ao US Open cheia de moral, de amor pra distribuir e de ‘come on’s’ pra soltar na cara das adversárias que ousarem tentar atrapalhar seus planos. Me arrisco a dizer que seja uma grande favorita até mesmo contra a Serena, pelo menos minha favorita ao título ela é.

Caroline Wozniacki

Ela está malhando pesado pra chegar em forma à Flushing Meadows, dona Carol vai tentar (mais uma vez) provar que não merece o título de ‘nº1-sem-slam’, o único problema é que esse ano ela também vai ter que provar que sobrevive sem o Papa Woz, que foi demitido pela filha do último final de semana e já disse que esse ano não tem presente de Natal porque a filha está se comportando muito mal; a menina terá que provar também que seu namoro com o Grosj… cof cof… McIlroy não está atrapalhando em nada sua carreira, ao contrário do que alguns cidadãos andam falando mundo afora. Sob estes holofotes de pressão, Wozniacki inicia sua caminhada do grand slam americano contra a espanhola Nuria Llagostera Vives, e aí vocês conhecem ela? Eu também não, mas vamos que vamos.

Victoria Azarenka

Muita gente, mas muita gente mesmo está direcionando suas orações pra ela hahaha só pelo fato de ela enfrentar a Serena numa possível 3ª rodada e aí todos nós acreditamos no potencial da bielorrussa em mandar a americana de volta pra casa, Vika se você derrubar ela pode até fazer um especial com suas melhores Azarenkices que a gente jura que não liga, sério mesmo. No mais ela é a cabeça 4 do torneio e está destinada, se tudo correr como esperado, a enfrentar Carol Wozniacki na semi final, o jeito é esperar pra ver.

Vera Zvonareva

Ela é puro charme, ela é pura beleza, ela tem uns olhos que meu Deus… Verinha, ou Bepa pros íntimos, é a atual nº 2 mundo e cabeça 2 do torneio americano, no entanto uma série de contusões no passado e a ausência de resultados a impedem de ser uma favorita ao título (exceto para o Daszmarelli), mas como estamos falando da WTA que possui um dos circuitos mais imprevisíveis que eu já vi, tudo é possível

Sabine Lisicki

E é agora que todo mundo fala ‘esse cara tá maluco? Colocar a cabeça 23 que tem apenas 2 títulos na carreira como favorita ao US Open? Dorgas muitas dorgas’; calma, eu explico, ela é MINHA favorita, simples assim, alguns dos motivos pra eu decidir sofrer pela alemã é o fato de ela ter chegado as semis em Wimbledon esse ano, estar evoluindo, devagar, após um longo período de contusões nos últimos dois anos, deter o recorde de saque mais rápido da temporada aos 201 km/h, ser a jogadora a derrotar a Venus Williams na segunda rodada (orações são bem vindas) e pelo fato de ela conseguir continuar linda executando um backhand…

Executando um forehand…

E até sacando…

E aí, alguém discorda? rsrsrs

Nadal é Penta em Monte Carlo

Publicado: abril 19, 2009 em Old Posts

O rei mantém o trono. Em um jogo cheio de altos e baixos dos dois lados, quebras de saque e trocas de liderança, o espanhol Rafael Nadal chegou ao seu 34º título na carreira, 14º título em Masters 1000 e o inédito pentacampeonato em Monte Carlo ao derrotar o sérvio Novak Djokovic por 2 sets a 1 com parciais de 6/3, 2/6 e 6/1 em 2h43m de jogo.  Com o triunfo o espanhol fica a apenas 3 títulos do recorde de  Masters 1000 que pertence ao americano Andre Agassi e abriu também 4000 pontos de diferença pro suíço Roger Federer no ranking.

O jogo começou com Nadal se impondo e quebrando o serviço do sérvio logo no 1º game, em seguida o espanhol abusou dos erros não forçados e acabou tendo seu serviço quebrado, igualando o set.

Após confirmar o saque no terceiro game, fazendo 2 a 1, Djokovic teve mais uma chance de quebra do saque de Nadal, mas cometeu um erro não-forçado, mandando a bola na rede em um golpe fácil, de fundo de quadra em um ponto que teve 24 trocas de bola. Com mais confiança e solidez no set, o sérvio manteve sua estratégia de jogo e, após uma deixada na rede, contou com o erro do adversário para, pela segunda vez, quebrar o seu saque, fazendo 3 a 1.

A segunda quebra fez o espanhol acordar pro jogo no game seguinte jogou absolutamente concentrado, e abriu 0/40 para devolver a quebra e manter-se vivo no set. Em seguida, Nadal confirmou seu serviço e empatou o set em 3/3.  Em um game onde ambos tiveram chances de levar, Nadal quebrou o serviço do sérvio para abrir 4/3, em seguida o espanhol confirmou seu serviço e conseguiu uma nova quebra, fechando o set em 6/3, em 58 minutos.

O segundo set começou de forma espetacular. Nadal sacou e chegou a ter a chance de vencer o primeiro game, mas Djokovic foi buscar a igualdade e, quando teve a chance de quebra, fez deu ao espanhol uma amostra do seu próprio veneno. Com golpes variados, o sérvio fez o espanhol correr de um lado para outro da quadra. O número um do mundo mostrou um vigor físico impressionante, e chegou em três bolas quase impossíveis. Na quarta tentativa, no entanto, Djokovic acertou um smash para quebrar o saque do adversário e fazer 1 a 0, vibrando como se tivesse conquistado um título. Motivado, o número três do mundo confirmou com tranquilidade o serviço no game seguinte, abrindo 2 a 0 no placar.

A perda do serviço pareceu ter desconcentrado Nadal, que passou a cometer erros que normalmente não cometeria. Mesmo assim, confirmou o seu saque no terceiro game, diminuindo a desvantagem para 2 a 1. Mas Djokovic mostrava-se mais inteiro em quadra, e venceu três games seguidos, quebrando uma vez o saque de Nadal, no quinto game, para fazer 5 a 1 e ficar a um game de vencer o segundo set e empatar a partida. Após o espanhol diminuir a desvantagem para 5 a 2, Djokovic confirmou seu saque para fazer 6 a 2 em 46 minutos, impondo a Nadal a primeira perda de set em todo o torneio.

Agência/AFP

O terceiro set começou com Nadal tendo dificuldades de confirmar o seu saque. Logo no primeiro game, Djokovic teve três chances de quebra. A primeira foi salva com uma jogada espetacular do espanhol, que chegou em uma deixada do sérvio na rede e cruzou a bola, levando o rival à loucura, caído de joelhos na quadra, para delírio da torcida. Nas demais, o número um do mundo contou com erros do adversário para se manter vivo no game e, após mais de 13 minutos de disputa, confirmar o serviço para fazer 1 a 0.

Mostrando novamente o vigor do primeiro set, Nadal voltou a quebrar o saque de Djokovic no segundo game, fazendo 2 a 0 e comemorando no melhor estilo, com o punho cerrado, o soco no ar e o grito de “Vamos!” No terceiro game, sofrendo a pressão de Djokovic, e tendo três break points contra si, o espanhol perdeu o saque e a vantagem que tinha sobre o sérvio no set. Mas a perda foi momentânea. No game seguinte, o tetracampeão do torneio devolveu a quebra, fazendo 3 a 1. A quebra deu motivação extra a Nadal, e abateu Djokovic. O sérvio não opôs resistência ao espanhol no restante da partida. Nadal fez 4 a 1 ao confirmar seu saque com extrema facilidade no quinto game, e a partir daí, não perdeu mais nenhum game, fechando o set em 6 a 1, em 59 minutos, garantindo a conquista do pentacampeonato em Monte Carlo.